Critérios
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Uma experiência completa, com serviço impecável e atencioso na medida certa, ambiente apropriado, um restaurante que cumpra o que promete e, claro, onde a comida não seja menos do que sublime. A melhor palavra para definir um restaurante cinco estrelas é esta mesma: SUBLIME.
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Quase lá. O restaurante serve uma comida marcante, de alta qualidade. Mas falta alguma coisa. O atendimento, talvez. Criatividade? Às vezes o que tira uma estrela de nossa avaliação nem é o que falta, e sim o que sobra. A música ambiente está alta demais? E a afetação? A conta não condiz com a qualidade do prato? A apresentação deixa a desejar?
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Um restaurante três estrelas é, para nós, um restaurante mediano. Comida boa. Atendimento satisfatório. Ambiente suportável. Se voltaremos a um restaurante assim? Talvez. Mas não é algo que gere ansiedade e expectativa.
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Aqui as coisas começam a ficar difíceis. O atendimento do restaurante é ruim. Ou a comida chega à sua mesa gelada. Ou ainda a música está alta demais. Ou os pratos não cumprem, de modo algum, o que prometem. E quando servem um arroz com farofa e cobram R$ 100 pelo prato-feito? Não dá. Por livre e espontânea vontade, jamais voltamos a um restaurante de duas estrelas.
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Uma experiência desastrosa. Sabe quando está TUDO errado? A comida é ruim. O garçom derrama vinho na nossa roupa. A conta é alta demais. A comida está sem sal ou salgadíssima. Enfim, acho que deu para entender o espírito da coisa: o restaurante é péssimo.
Adaptado daqui.


