… e 10 coisas que eu amo em bares e restaurantes

por Márcia Luz

• Garçons que te chamam pelo nome. Que trazem sua bebida predileta mal você sentou à mesa. Que perguntam: o de sempre?

• Garçons bem-humorados, que sabem fazer piada. Garçons ágeis, que vem quando você levanta a mão mesmo que a casa esteja cheia.

• Simplicidade e personalidade. Lugares despretensiosos, cujo dono ou chef gosta de servir, cozinhar, gosta realmente do que faz. É incrível como isso se traduz em boa comida e bom ambiente.

• Comida bem quente e farta. Servida a la carte. Como diz o dono de um boteco que freqüento, “a comida é que tem que ir até o cliente, não o contrário”. (aliás, esqueci de dizer, também odeio bufês, principalmente se for por quilo)

• Comida com cara de comida, não de escultura ou pintura. E cheirosa, claro.

• Comida que remete a bons momentos do passado. Ou à infância.

• Lugares com bastante madeira na decoração. E plantas. Muitas janelas. Varandas e mesas na calçada também são bem-vindas.

• Lugares sofisticados de verdade, para variar do dia-a-dia simples. Não lugares metidos a besta, em que você sente que estão te fazendo um grande favor ao permitir sua entrada. Mas aqueles restaurantes onde te tratam como rei, e cada prato é uma confirmação da existência dos anjos.

• Restaurantes sem hora pra fechar, pelo menos nos almoços de fim-de-semana. Nada mais desagradável do que se apressar no domingo para não pegar as cozinhas encerrando o expediente. Somente há pouco tempo Curitiba passou a ter opções de restaurantes que não “fecham para o almoço”.

• Finalmente, a incomparável sensação de sentir-se realmente bem vindo em um lugar.