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	<title>Comensais</title>
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	<description>Curiosidade insaciável</description>
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		<title>Na Mesa Cabe o Mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 25 May 2013 15:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Arraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Na Mesa Cabe o Mundo. De Paris ao bar da esquina, o gosto que a vida tem&#8221;. Esse é o título do livro escrito pelo nosso querido colega e Comensal Evandro Barreto, o Dodô, que será lançado na semana de 27 de maio de 2013 pela editora Conexão Paris. Dodô é publicitário e co-fundador da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Na Mesa Cabe o Mundo. De Paris ao bar da esquina, o gosto que a vida tem&#8221;. Esse é o título do livro escrito pelo nosso querido colega e Comensal Evandro Barreto, o Dodô, que será lançado na semana de 27 de maio de 2013 pela editora Conexão Paris.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1377 aligncenter" title="fonte: Conexão Paris" alt="" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/livro-300x203.jpg" width="300" height="203" /></p>
<p style="text-align: justify;">Dodô é publicitário e co-fundador da confraria gastronômica “Companheiros da Boa Mesa”, do Rio de Janeiro. Foi jurado de restaurantes da edição 2007 da revista Veja em Curitiba e aqui no Comensais já assinou mais de 40 posts, todos com muito estilo e com o requinte de quem conhece do assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Para maiores informações sobre o livro, acesse o site da Conexão Paris, clicando <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.conexaoparis.com.br/2013/05/24/na-mesa-cabe-o-mundo-de-paris-ao-bar-da-esquina-o-gosto-que-a-vida-tem" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">aqui</span></a></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>The World’s 50 Best Restaurants 2013</title>
		<link>http://www.comensais.com.br/the-world%e2%80%99s-50-best-restaurants-2013.htm</link>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 01:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Arraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi divulgada a edição 2013 da já famosa lista que elege os 50 melhores restaurantes do mundo, The World’s 50 Best Restaurants. O ranking, que é organizado pela Restaurant Magazine e patrocinado pelas mundialmente famosas S.Pellegrino e Acqua Panna, está em sua décima segunda edição. Os melhores restaurantes do mundo são escolhidos por um seleto grupo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Foi divulgada a edição 2013 da já famosa lista que elege os 50 melhores restaurantes do mundo, <strong>The World’s 50 Best Restaurants</strong>. O ranking, que é organizado pela Restaurant Magazine e patrocinado pelas mundialmente famosas S.Pellegrino e Acqua Panna, está em sua décima segunda edição. Os melhores restaurantes do mundo são escolhidos por um seleto grupo internacional de 800 críticos de gastronomia, chefs, escritores e gastrônomos, divididos em 27 regiões de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1355" title="2013" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/2013.jpg" alt="" width="137" height="230" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil está representado na seleta lista por dois restaurantes: o já consagrado D.O.M., em São Paulo, do chef paulista Alex Atala e pelo Mani, também em São Paulo, da chef gaúcha Helena Rizzo. O restaurante de Atala veio subindo no ranking nos últimos anos e em 2012 chegou ao impressionante 4° lugar. Nesse ano caiu duas posições e ficou com o 6° lugar. O Mani por sua vez ficou em 51° lugar na lista de 2012 e pela primeira vez entra na seleta lista dos 50 primeiros!</p>
<p style="text-align: justify;">Confira abaixo a lista completa da edição 2013. Em verde os restaurantes que não constavam na listagem ano passado.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>El Celler de Can Roca (Girona, Espanha)</li>
<li>Noma (Copenhagen, Dinamarca)</li>
<li>Osteria Francescana (Modena, Itália)</li>
<li>Mugaritz (Errenteria Gipuzkoa, Espanha)</li>
<li>Eleven Madison Park (Nova York, EUA)</li>
<li><strong>D.O.M. (São Paulo, Brasil)</strong></li>
<li>Dinner by Heston Blumenthal (Londres, Inglaterra)</li>
<li>Arzak (San Sebastian, Espanha)</li>
<li>Steirereck (Viena, Áustria)</li>
<li><strong><span style="font-weight: normal;">Vendome (Gladbach, Alemanha)</span></strong></li>
<li>Per Se (Nova York, EUA)</li>
<li>Restaurant Frantzen (Estocolmo, Suécia)</li>
<li>The Ledbury (Londres, Inglaterra)</li>
<li>Astrid y Gaston (Lima, Peru)</li>
<li>Alinea (Chicago, EUA)</li>
<li>L’Arpège (Paris, França)</li>
<li>Pujol (Cidade do México, México)</li>
<li>Le Chateaubriand (Paris, França)</li>
<li>Le Bernardin (Nova York, EUA)</li>
<li>Narisawa (Tóquio, Japão)</li>
<li><span style="color: #008000;">Attica (Melbourne, Australia)</span></li>
<li>Nihonryori RyuGin (Tóquio, Japão)</li>
<li>L’Astrance (Paris, França)</li>
<li>L’Atelier Saint-Germain de Joel Robuchon (Paris, França)</li>
<li>Hof van Cleve (Kruishoutem, Bélgica)</li>
<li>Quique Dacosta (Denia, Espanha)</li>
<li>Le Calandre (Rubano, Itália)</li>
<li>Mirazur (Menton, França)</li>
<li>Daniel (Nova York, EUA)</li>
<li>Aqua (Wolfsburg, Alemanha)</li>
<li>Biko (Cidade do México, México)</li>
<li>Nahm (Bangkok, Tailândia)</li>
<li>The Fat Duck (Bray, Inglaterra)</li>
<li>Fäviken (Jarpen, Suécia)</li>
<li>Oud Sluis (Sluis, Holanda)</li>
<li>Amber (Hong Kong, China)</li>
<li>Vila Joya (Albufeira, Portugal)</li>
<li><span style="color: #008000;">Restaurant Andre (Singapura)</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Otto e Mezzo Bombana (Hong Kong, China)</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Combal.Zero (Rivoli, Itália)</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Piazza Duomo (Alba, Itália)</span></li>
<li>Schloss Schauenstein (Furstenau, Suíça)</li>
<li><span style="color: #008000;">Mr &amp; Mrs Bund (Shangai, China)</span></li>
<li>Asador Etxebarri (Atxondo, Espanha)</li>
<li>Geranium (Copenhagen, Dinamarca)</li>
<li><span style="color: #008000;"><strong>Mani (São Paulo, Brasil)</strong></span></li>
<li>The French Laundry (Yountville, EUA)</li>
<li>Quay (Sydney, Austrália)</li>
<li><span style="color: #008000;">Septime (Paris, França)</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Central (Lima, Peru)</span></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Na sequência da lista, mais um restaurante brasileiro:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span>80.<strong> Roberta Sudbrack (Rio de Janeiro, Brasil)</strong> &#8211; da chef gaúcha Roberta Sudbrack</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.theworlds50best.com/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">www.theworlds50best.com</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Você já foi a algum desses restaurantes? Conte a história para a gente, iremos publicar aqui no Comensais!!! Entre em contato abaixo deixando seu e-mail.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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		<title>Eu em Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 00:33:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu adoro Buenos Aires – Buenos, para os íntimos.  Mas com a correria do dia a dia, e também porque o Marido não é muito fã do lugar, acabamos visitando pouco aquela cidade, apesar da proximidade e da vasta opção de bons programas (inclusive os gastronômicos). Mas por conta de um compromisso profissional, eu e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu adoro Buenos Aires – Buenos, para os íntimos.  Mas com a correria do dia a dia, e também porque o Marido não é muito fã do lugar, acabamos visitando pouco aquela cidade, apesar da proximidade e da vasta opção de bons programas (inclusive os gastronômicos).</p>
<p style="text-align: justify;">Mas por conta de um compromisso profissional, eu e Marido tivemos que passar 4 dias lá – o que, claro, não foi nenhum sacrifício. Eu tratei de colher dicas, com familiares e amigos frequentadores, de hotel, museus, lojinhas legais e, claro, restaurantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma indicação praticamente unânime foi o Tegui. Coincidentemente, dias antes da minha viagem O Globo publicou uma matéria sobre restaurantes em Buenos, e novamente lá estava ele. Então não perdi tempo e garanti logo minha reserva (que, como pude comprovar mais tarde, é absolutamente essencial).</p>
<p style="text-align: justify;">O lugar é super interessante. Para começar, o exterior não dá a menor dica de que naquela casa há um restaurante. Não tem movimentação externa, porteiro, nada. Apenas um muro desenhado e uma porta fechada.  Como já havia sido avisada disso, pude orientar o taxista, que estava completamente perdido.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas lá dentro o restaurante não deixa nada a desejar. Decoração sóbria, uma adega deslumbrante que ocupa toda a parede da entrada, e ainda mesinhas em área externa.  A cozinha é aberta, no meio do salão, o que dá um charme especial.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1331 aligncenter" title="1" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/IMG-20120607-00084-223x300.jpg" alt="" width="223" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">O <em>couvert</em> era composto de pãezinhos gostosos e manteiga, além de pequenos cones com creme de <em>brie</em> e delicadas colheres com gaspacho.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1334 aligncenter" title="3" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/3.png" alt="" width="470" height="306" /><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">O cardápio dá opção de preço para um prato, dois, três, degustação de 8 pratos ou ainda degustação harmonizada com 3 taças de vinh</span><span style="text-align: justify;">o.  Apesar das tentações, eu optei por 2 pratos e o Marido por apenas um.</span></p>
<p style="text-align: justify;">De entrada, escolhi o <em>soufflé</em> de queijo de cabra com compota de marmelos no fundo, que estava absolutamente divino.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1337 aligncenter" title="5" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/5.png" alt="" width="471" height="311" /></p>
<p style="text-align: justify;">De principal, optei pelo gnocchi de ricota com pinhões, moelas, espuma de trufas e queijo parmesão. Confesso que, depois da primeira garfada, discretamente tirei os pedaços de moela do prato e coloquei no pratinho lateral. Não que estivesse mal feita, nem nada do gênero, mas eu realmente não gosto do sabor (e da textura), então preferi investir apenas no gnocchi, que estava sensacional.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1338 aligncenter" title="6" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/Capital-Federal-20120607-00089-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Marido se esbaldou com um lombo argentino (nosso filé mignon) com molho chimichurri, batatas ao carvão, ovo e farofa, que também estava de lamber os beiços.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-1339 aligncenter" title="7" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/Capital-Federal-20120607-00090-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ao final, a conta retratou o que já esperávamos: foi a refeição mais cara da viagem, e com apenas uma garrafa de vinho.  Mas valeu cada peso!</p>
<p><strong>Tegui</strong><br />
<a href="http://www.tegui.com.ar" target="_blank"><span style="color: #0000ff;"> www.tegui.com.ar</span></a><br />
Costa Rica, 5852<br />
Buenos Aires, AR<br />
info@tegui.com.ar</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu em Nova Orleans</title>
		<link>http://www.comensais.com.br/eu-em-nova-orleans.htm</link>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 03:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mariana Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[A expectativa era grande. Depois de 9 anos eu voltaria a Nova Orleans (ou NoLa).  Sozinha, pós Katrina e por apenas 3 dias.  Eram muitas emoções para muito pouco tempo! Quando morei lá, levava vida de estudante.  Isso significa que, na maioria das vezes, comia na faculdade ou cozinhava em casa, e acabei conhecendo relativamente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa era grande. Depois de 9 anos eu voltaria a Nova Orleans (ou NoLa).  Sozinha, pós Katrina e por apenas 3 dias.  Eram muitas emoções para muito pouco tempo!</p>
<p>Quando morei lá, levava vida de estudante.  Isso significa que, na maioria das vezes, comia na faculdade ou cozinhava em casa, e acabei conhecendo relativamente pouco da culinária local, que é riquíssima.  Dessa vez, como turista, pude curtir a cidade e descobrir lugares (inclusive restaurantes) nunca antes visitados.</p>
<p>Depois de tanto tempo, alguns restaurantes que eu gostava não existem mais.  Por outro lado, claro, outros tantos novos foram abertos, e a cidade está linda, animada, alegre, e cheia de amor para dar aos turistas.</p>
<p>Uma feliz descoberta foi o Amelie Café.  Um restaurantezinho escondido na Royal Street, entre lojinhas charmosas e galerias de arte, bem na <em>meiuca</em> do French Quarter.</p>
<p>Pelo jeito, mais gente já o havia descoberto, pois às 14h havia fila de espera, mas valeu muito a pena.  Passada a porta, chega-se a um enorme pátio com chafariz, muitas plantas, e mesinhas ao ar livre, cobertas por enormes ombrelones.  Há também mesas do lado de dentro (com ar condicionado), mas que perdem em muito em charme para as externas. O restaurante é conhecido pelo maravilhoso <em>brunch</em> dos finais de semana, que não cheguei a experimentar.  Mas o almoço que tive não deixou nada a desejar.</p>
<p>Pedi uma limonada da casa, que não chegou a impressionar, mas não liguei muito porque suco natural da fruta não é mesmo o forte dos americanos&#8230;  De entrada pedi uma porção de torradas de pão integral com queijo de cabra, geleia de figo e nozes, que estava absolutamente divina. Tão boa, na verdade, que perguntei de onde era a geleia e, no dia seguinte, me despenquei para o outro lado da cidade para comprar, mas isso é outra estória&#8230;</p>
<p>De principal, pedi uma salada de folhas com queijo de cabra (sim, eu gosto!), morangos e vinagrete de morango, que estava deliciosa.</p>
<p>Lugar charmoso, boa comida, preços honestos. Super recomendo.</p>
<p>Outro lugar que visitei (revisitei, na verdade) foi o Mother’s.  O estilo é o oposto do Amelie: restaurante americanão; faz-se o pedido no caixa, pega-se o prato no balcão. Cardápio enorme e somente de comidas altamente calóricas.  O forte deles é o PO’ Boy, que são sanduíches feitos no pão de leite e super tradicionais da cidade.</p>
<p>Como já estava mesmo no inferno, pedi um PO Boy de camarão empanado. O sanduíche (enorme) é basicamente pão, molho tártaro e dezenas de bolinhas de camarão. Nem preciso dizer que sobrou mais da metade, né?</p>
<p>Esse é um lugar que vale a pena conhecer pela tradição; talvez até pedir um PO Boy para dividir com alguém, mas não dá para passar muito disso.  E o Mother’s ainda sustenta produzir o melhor Black ham do mundo, mas esse eu passei.</p>
<p>Além desses, fiz questão de revisitar também o La Madeleine.  É uma cadeia de restaurantes com lojas no Sul dos EUA, de estilo francês, com boa comida e ambiente super aconchegante.  Existem 6 lojas em NoLa e o cardápio é sempre o mesmo.  São algumas variedades de quiches, outras de sopinhas, saladas para montar na hora, e sobremesas dos deuses.</p>
<p>Pedi uma sopa de tomate e uma quiche <em>lorraine</em>.  O almoço estava gostoso, mas nada que se comparasse à sobremesa, que foi a torta de frutas (daquelas que tem a crosta, o creme de baunilha no fundo e várias frutinhas no topo).  Confesso que a visita ao restaurante tinha como propósito apenas a torta, mas como tinha companhia, tive que almoçar antes&#8230;</p>
<p>Ah, e antes que eu me esqueça: a geleia de figo! Segundo a garçonete do Cafe Amelie, era comprada na St. James Cheese Company, em uptown NoLa.  Então no último dia me mandei para lá, achando que era uma fábrica – o que seria um tanto inusitado naquela parte da cidade – ou ao menos algum tipo de galpão.  Nada disso.  Graças ao google, descobri que era um simpático restaurante que serve/vende nada menos que 50 tipos de queijos, além de frios, mostardas, apetrechos para casa e&#8230;geléias! Infelizmente a cozinha fecha cedo, então só deu tempo de provar poucas variedades de queijo.  Mas garanti alguns exemplares da geleia de figo, e <em>otras cositas más</em> que a alfândega nem pode desconfiar&#8230;.</p>
<p><strong>Café Amelie</strong><br />
<a href="http://www.neworleansrestaurants.com/cafe_amelie/?q=cafeamelie/"><span style="color: #0000ff;">http://www.neworleansrestaurants.com/cafe_amelie/?q=cafeamelie/</span></a><br />
912 Royal Street<br />
New Orleans, LA 70116</p>
<p><strong>Mother’s Restaurant</strong><br />
<a href="http://www.mothersrestaurant.net/"><span style="color: #0000ff;">http://www.mothersrestaurant.net/</span></a><br />
401 Poydras<br />
New Orleans, LA</p>
<p><strong>La Madeleine</strong><br />
<a href="http://www.lamadeleine.com/"><span style="color: #0000ff;">http://www.lamadeleine.com/</span></a></p>
<p><strong>St James Cheese Company</strong><br />
<a href="http://www.stjamescheese.com/"><span style="color: #0000ff;">http://www.stjamescheese.com/</span></a><br />
5004 Prytania Street<br />
New Orleans, LA.<br />
(504) 899-4737</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>The World&#8217;s 50 Best Restaurants 2012</title>
		<link>http://www.comensais.com.br/the-worlds-50-best-restaurants-2012.htm</link>
		<comments>http://www.comensais.com.br/the-worlds-50-best-restaurants-2012.htm#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 May 2012 16:03:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Arraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabou de ser divulgada a edição 2012 da prestigiada lista que elege os 50 melhores restaurantes do mundo, The World&#8217;s 50 Best Restaurants. O ranking, que é organizado pela Restaurant Magazine e patrocinado pelas mundialmente famosas S.Pellegrino e Acqua Panna, está em sua décima primeira edição. Os melhores restaurantes do mundo são escolhidos por um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acabou de ser divulgada a edição 2012 da prestigiada lista que elege os 50 melhores restaurantes do mundo, <strong>The World&#8217;s 50 Best Restaurants</strong>. O ranking, que é organizado pela Restaurant Magazine e patrocinado pelas mundialmente famosas S.Pellegrino e Acqua Panna, está em sua décima primeira edição. Os melhores restaurantes do mundo são escolhidos por um seleto grupo internacional de 800 críticos de gastronomia, chefs, escritores e gastrônomos, divididos em 27 regiões de todo o mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/050112_1603_TheWorlds501.jpg" alt="" width="123" height="229" /></p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil está representado pelo já consagrado D.O.M., em São Paulo, do chef paulista Alex Atala. O restaurante de Atala vem subindo no ranking nos últimos anos e da última edição para cá subiu mais 3 posições, chegando nesse ano ao impressionante 4° lugar, deixando para trás medalhões como Per Se (Nova York, EUA) e The Fat Duck (Bray, Inglaterra).</p>
<p style="text-align: justify;">Confira a lista completa da edição 2012:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Noma (Copenhagen, Dinamarca)</li>
<li>El Celler de Can Roca (Girona, Espanha)</li>
<li>Mugaritz (Errenteria Gipuzkoa, Espanha)</li>
<li><strong>D.O.M. (São Paulo, Brasil)<br />
</strong></li>
<li>Osteria Francescana (Modena, Itália)</li>
<li>Per Se (Nova York, EUA)</li>
<li>Alinea (Chicago, EUA)</li>
<li>Arzak (San Sebastian, Espanha)</li>
<li>Dinner by Heston Blumenthal (Londres, Inglaterra)</li>
<li>Eleven Madison Park (Nova York, EUA)</li>
<li>Steirereck (Viena, Áustria)</li>
<li>L&#8217;Atelier Saint-Germain de Joel Robuchon (Paris, França)</li>
<li>The Fat Duck (Bray, Inglaterra)</li>
<li>The Ledbury (Londres, Inglaterra)</li>
<li>Le Chateaubriand (Paris, França)</li>
<li>L&#8217;arpege (Paris, França)</li>
<li>Pierre Gagnaire (Paris, França)</li>
<li>L&#8217;Astrance (Paris, França)</li>
<li>Le Bernardin (Nova York, EUA)</li>
<li>Frantzen/Lindeberg (Stocolmo, Suécia)</li>
<li>Oud Sluis (Sluis, Holanda)</li>
<li>Aqua (Wolfsburg, Alemanha)</li>
<li>Vendome (Gladbach, Alemanha)</li>
<li>Mirazur (Menton, França)</li>
<li>Daniel (Nova York, EUA)</li>
<li>Iggy&#8217;s (Singapura)</li>
<li>Narisawa (Tóquio, Japão)</li>
<li>Nihonryori RyuGin (Tóquio, Japão)</li>
<li>Quay (Sydney, Austrália)</li>
<li>Schloss Schauenstein (Furstenau, Suíça)</li>
<li>Asador Etxebarri (Atxondo, Espanha)</li>
<li>Le Calandre (Rubano, Itália)</li>
<li>De Librije (Zwolle, Holanda)</li>
<li>Fäviken (Jarpen, Suécia)</li>
<li>Astrid y Gaston (Lima, Peru)</li>
<li>Pujol (Cidade do México, México)</li>
<li>Momofuku Ssam Bar (Nova York, EUA)</li>
<li>Biko (Cidade do México, México)</li>
<li>Waku Ghin (Singapura)</li>
<li>Quique Dacosta (Denia, Espanha)</li>
<li>Mathias Dahlgren (Estocolmo, Suécia)</li>
<li>Hof van Cleve (Kruishoutem, Bélgica)</li>
<li>The French Laundry (Yountville, EUA)</li>
<li>Amber (Hong Kong, China)</li>
<li>Vila Joya (Albufeira, Portugal)</li>
<li>Il Canto (Siena, Itália)</li>
<li>Bras (Laguiole, França)</li>
<li>Manresa (Los Gatos, EUA)</li>
<li>Geranium (Copenhagen, Dinamarca)</li>
<li>Nahm (Bangkok, Tailândia)</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Na sequência da lista, mais dois restaurante brasileiros:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ffffff;">. </span>51. Mani (São Paulo, Brasil) &#8211; da chef gaúcha Helena Rizzo</strong><br />
<strong><span style="color: #ffffff;">. </span>71. Roberta Sudbrack (Rio de Janeiro, Brasil) &#8211; da chef gaúcha Roberta Sudbrack</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.theworlds50best.com" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">www.theworlds50best.com</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">Você já foi a algum desses restaurantes? Conte a história para a gente, iremos publicar aqui no Comensais!!! Entre em contato  abaixo deixando seu e-mail.</p>
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		<title>Arles, cores e sabores</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 02:09:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Colônia Iulia Paterna Arelatensium Sextanorum. Para os íntimos do imperador Julio César, Arelate. Para os íntimos do pintor Vincent, simplesmente Arles. Dos romanos, sobrou o anfiteatro, muito mais tarde convertido em arena, antes que as touradas entrassem na mira dos que preferem o touro no espeto e não na espada. De Van Gogh, resta o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Colônia Iulia Paterna Arelatensium Sextanorum. </em></p>
<p style="text-align: justify;">Para os íntimos do imperador Julio César, Arelate. Para os íntimos do pintor Vincent, simplesmente Arles. Dos romanos, sobrou o anfiteatro, muito mais tarde convertido em arena, antes que as touradas entrassem na mira dos que preferem o touro no espeto e não na espada. De Van Gogh, resta o gênio materializado nos quadros que pintou na cidade e arredores, inclusive o quarto do artista na casa amarela que já não existe.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa primavera quente, peguei um trem bem lento e fui até lá, atravessando azuis, dourados, lavandas, todas as cores provençais libertadas das molduras, como um dia se apresentaram aos olhos famintos de um holandês em fuga da bruma. Da estação, deixei que as pernas me levassem onde quisessem ir. Deixei, também, que referências antigas se atropelassem sem pudor do lugar-comum, enquanto eu andava por ruas e praças onde nunca havia estado -  e tão evocadoras. Aquele prosaico carteiro dobrando a esquina, bem poderia ser bisneto do “facteur Roulin”. A feirante loura, de blusa verde e voz possante, como uma Sophia Loren nórdica, fazia da banca de legumes uma palheta: o roxo das beterrabas iniciava o degradé, seguido dos tomates quase magenta, das cenouras maduras, dos pimentões amarelos, dos nabos brancos com estrias em violeta. Ao lado, o florista parecia a serviço da secretaria de turismo, com suas alfazemas e girassóis</p>
<p style="text-align: justify;">Entrei em ruelas tortas, segui os caprichos da luz mediterrânea e desemboquei em frente ao anfiteatro. Penso em que edificação do nosso tempo manterá a mesma dignidade daqui a dois mil anos. Nesta região, a história tem a intensidade do sol que a aquece. Legionários, gladiadores, templários, papas de costas para Roma, maquis em luta com as tropas nazistas, gerações sucessivas de criadores e a força das suas obras – da cabra de Picasso à capela de Cocteau, das ervas combinadas em proporções perfeitas por alquimistas anônimos à magia da cozinha de Vergé.</p>
<p style="text-align: justify;">A caminhada abriu o apetite. Escolhi um bistrot com vista para o anfiteatro, mesinhas ao ar livre e um suave perfume de azeite quente. Como mandam os costumes, o marido na cozinha, a madame no salão. Fui saudado por ela com um sorriso e uma notícia entusiasmante: naquela manhã tinham chegado aspargos verdes fresquíssimos. Que viessem, pois. Mas antes, outra homenagem à culinária provençal – uma travessa de “moules” temperadas com alho e ervas. Terminei eu mesmo o preparo com um fio tênue de azeite Pagnol. Meu caso de amor com os mexilhões começou na infância, a garotada raspando as pedras do final do Leblon e levando orgulhosa o troféu para casa. Mais tardes vieram os mariscos da Catalunha, as “moules á la biére” de Bruges. E agora este presente das águas da Camargue. As última gotas de caldo foram sugadas das cascas com pedacinhos de pão indiferentes às boas maneiras. Um copo do rústico vinho branco da casa completou o primeiro ato.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ato: chegam os aspargos da anunciação, escoltados por um carré d’agneau, as costelinhas em riste como lanças da guarda pretoriana. Para fazer companhia digna, um Côtes du  Rhône já conhecido de velha data. Foram os melhores aspargos verdes do meu currículo.</p>
<p style="text-align: justify;">É útil meditar de barriga cheia. Dizem os especialistas que a dieta das populações mediterrâneas predispõe à longevidade. Mas eu acho que o mérito pela vida longa deve ser atribuído à beatitude que nos envolve depois de um almoço assim.</p>
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		<title>DB Bistro Moderne &amp; Bar Boulud</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Apr 2012 23:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Arraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Em recente viagem à Florida e Nova York, fomos a dois restaurantes do renomado chef francês Daniel Boulud, que desde sua chegada no EUA em 1982 se tornou um dos maiores chefs do mundo, adicionando a tradição francesa em todas as receitas contemporâneas de seus restaurantes. Em Miami fomos ao DB Bistro Moderne, localizado dentro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em recente viagem à Florida e Nova York, fomos a dois restaurantes do renomado chef francês Daniel Boulud, que desde sua chegada no EUA em 1982 se tornou um dos maiores chefs do mundo, adicionando a tradição francesa em todas as receitas contemporâneas de seus restaurantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Miami fomos ao DB Bistro Moderne, localizado dentro do hotel JW Marriott Marquis. O local é muito bem frequentado e o serviço impecável. Todos os funcionários tem sotaque francês, muito chique!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1289" title="1" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/115.jpg" alt="" width="518" height="286" /></p>
<p style="text-align: justify;">Logo ao sentarmos, foi servido uma cesta de pães de cortesia muito boa. Os pães eram apimentados e a manteiga era saborosa. Para começar bem, pedimos para beber um delicioso vinho branco Chablis Patrick Piuze Terroir de Chichée 2009. De entrada pedimos uma tábua de queijos harmonizada. Nos sentimos em Paris com a variedade dos queijos apresentados e a impressionante harmonização com geleias, frutas e amêndoas.</p>
<p style="text-align: justify;">De prato principal eu pedi o <strong>The Original DB Burger</strong>, que é o famoso hamburger da casa e que havia sido muito bem recomendado. O hamburger é alto e recheado com costelinha de porco assada, foie gras e trufas negras e é servido em um pão com lascas de parmesão e batatas fritas. Estava muito gostoso e suculente, mas confesso que não consegui sentir o gosto do foie gras nem das trufas. Que me perdoem os Comensais, mas o Joe &amp; Leo&#8217;s ainda é melhor (e bem mais barato&#8230;).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1290" title="2" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/212.jpg" alt="" width="581" height="164" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Lê pediu o <strong>Seared Diver Sea Scallop</strong>, que são vieiras condimentadas servidas com cuscuz da Sardenha, mexilhão, tomate confit, azeitonas pretas e condimentos de ervas. Ela adorou o prato, mas preferia o cuscuz menor. O da Sardenha é muito grande, do tamanho de lentilhas, e comprometeu um pouco o sabor.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1291" title="3" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/38.jpg" alt="" width="388" height="218" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois da comilância, pedimos um sal de frutas para cada um e nada de sobremesa, infelizmente não havia espaço&#8230;. Eu particularmente esperava um pouco mais pelo hamburger, é gostoso e saboroso mas não foi o melhor que comi na minha vida. Vou dar 3 estrelas pela espectativa.</p>
<p style="text-align: center;">================</p>
<p style="text-align: justify;">Em Nova York, fomos conhecer o Bar Boulud. O lugar é bem diferente dos outros restaurante do chef francês com um design inovador e arrojado. O salão principal é em formato de túnel e se você ousar descer as escadas, descobrirá lugares incríveis, como se fossem cavernas. Salões para refeições privadas, adegas de vinhos, lógico, o banheiro, objetos de decoração meio rústicos, pedras amarradas em grades, tudo muito interessante!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1292" title="4" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/411.jpg" alt="" width="527" height="260" /></p>
<p style="text-align: justify;">De entrada pedimos presunto de parma. Uma delícia!!! Um dos melhores que já comemos. Fininho e muito saboroso! Pedi o <strong>Cavatelli au Ragoût D’Agneau</strong>, que era o cavatelli da casa com azeitonas flambadas, tomates confit, berinjela e queijo pecorino. Estava delicioso!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1293" title="5" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/54.jpg" alt="" width="388" height="218" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Lê foi mais uma vez de vieiras (ela gosta pouco&#8230;). Ela pediu o <strong>Saint-Jacques “À La Plancha”</strong>, que eram as vieiras do Maine com batata rostie e beterrabas, temperados com limão, castanhas e azeite de oliva virgem. O interessante foi provar um mesmo prato feito de forma completamente diferente. Os sabores são completamente diferentes e só confirma a genialidade de Daniel Boulud. Merece 4 estrelas!! Ah, e mais uma vez não conseguimos pedir sobremesa&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1294" title="6" src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/64.jpg" alt="" width="388" height="218" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rating: <img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie5.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie6.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie7.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie9.png" alt="" /><strong><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie9.png" alt="" /></strong></strong><br />
DB Bistro Moderne<br />
JW Marriott Marquis<br />
255 Biscayne Boulevard Way<br />
Miami, FL &#8211; EUA<br />
+1 (305) 421-8800<br />
<a href="http://www.danielnyc.com/dbbistroMiami.html" target="_blank">www.danielnyc.com/dbbistroMiami</a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rating:<strong> <img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie5.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie6.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie7.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie8.png" alt="" /><img src="http://www.comensais.com.br/wp-content/imagens/101610_0413_CTBrasserie9.png" alt="" /></strong></strong><br />
Bar Boulud<br />
1900 Broadway (entre 63 rd St e 64th St)<br />
New York, NY &#8211; EUA<br />
+1 (212) 595-0303<br />
<a href="http://www.danielnyc.com/barboulud.html" target="_blank">www.danielnyc.com/barboulud</a></p>
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		<title>Um quadrado com história dentro</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 02:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é a única maneira que encontro de descrever a Place des Vosges sem usar torrentes de adjetivos. Porque ela não é apenas a mais bonita de Paris. Foi também a primeira área da cidade a impor aos proprietários dos imóveis que a cercam um partido arquitetônico rigoroso, definido pelo rei Henri IV e tomando [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esta é a única maneira que encontro de descrever a Place des Vosges sem usar torrentes de adjetivos. Porque ela não é apenas a mais bonita de Paris. Foi também a primeira área da cidade a impor aos proprietários dos imóveis que a cercam um partido arquitetônico rigoroso, definido pelo rei Henri IV e tomando como referência o pavilhão real que ele mandou construir para si próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">No reinado de Louis XIII, o hoje bucólico gramado era palco de inúmeros duelos, muitos deles protagonizados pelos mosqueteiros que inspiraram Alexandre Dumas a criar os três que eram quatro. E tinha que ser atravessado pelo rei ou pela rainha sempre que eles queriam ou precisavam se encontrar, pois os dois moravam em lados opostos da praça, provavelmente tendo boas razões para isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Louis XIV achou que era muito pouco para um rei-sol e mandou construir Versailles. Da presença real só restaram a estátua do pai e o nome Place Royale. História vai, história vem, alguns luíses depois a estátua foi derretida e rendeu várias balas da canhão para defender a revolução francesa. Serenados os ânimos, fizeram uma réplica e a colocaram no mesmo lugar da original. Já o nome mudou de vez, para homenagear Vosges, o primeiro departamento francês a recolher impostos aos cofres do governo central.  Foi a primeira derrota do direito divino para o direito tributário.</p>
<p style="text-align: justify;">De repente, o século XXI. Brasileiros de primeira ou enésima viagem, indianas de sari, pequinesas de Vuitton. É domingo, é dezembro, a praça cheia de gente, a grama coberta de neve. A história continua se fazendo, em outro ritmo, e estamos ocupados demais para perceber que somos personagens. Do alto do pedestal, o rei de bronze olha para a plebe com aristocrática indiferença.</p>
<p style="text-align: justify;">O que nos faz lembrar da passagem do tempo é a fome. Estamos a poucos passos do “Ma Bourgogne”, uma referência de boa comida no quarteirão, mesmo para os moradores do bairro, assíduos o bastante para reconhecermos alguns deles, viagens depois. As arcadas, como sempre lotadas. Sentamos no salão, ao lado de uma jovem e elegante mãe russa, que aprimora a educação da filha à mesa, mas não consegue despertar na criança um genuíno interesse pela salada.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto escolhemos os pratos, uma associação de idéias me faz sorrir sem razão aparente, o que intriga La Blonde.  Para não reforçar a imagem de maluco que ela faz de mim, tenho que explicar. Muitos anos antes, em Nova Iorque, encontrei na carta do badalado Club 21 uma sugestão que o nome tornava irresistível: “La petite marmite du roi Henri IV”. Claro que pedi, sem hesitação. Veio uma tigelinha com um caldo tão ralo, tão insosso, que até hoje acredito ter sido preparado no hospital da Santa Casa do Bronx. Bem-feito, devia ter-me lembrado que americanos e soberanos não têm muita afinidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No Ma Bourgogne, não há esse tipo de risco. O que quer que você escolha, vem cheiroso, gostoso, substancial e com preço honesto. Pedimos paté de campagne, seguido de frango com as incomparáveis “frittes” francesas.  A sobremesa foi sorvete. Em pleno inverno europeu? A griffe Berthillon explica e justifica. Como vinho, um agradável e despretensioso tinto de Macon.</p>
<p style="text-align: justify;">Junto com a conta, um mistério. Enquanto 99% dos restaurantes parisienses rejeitam cheques, no Ma Bougogne eles são bem-vindos. O que o estabelecimento recusa com veemência é cartão de crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">A neve aperta, a noite cai, as pessoas vão sumindo. Segundo tradição oral da vizinhança, nas madrugadas muito frias, quando a praça fica deserta, é possível ouvir ao longe o tropel dos mosqueteiros.</p>
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		<title>O endereço fixo da festa móvel</title>
		<link>http://www.comensais.com.br/o-endereco-fixo-da-festa-movel.htm</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 13:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Cézanne, Rimbaud,  Hemingway,  Picasso, Fitzgerald,  Sartre e tantos outros que fizeram História de 1847 para cá não iam  a La Closerie des Lilas para ver gente famosa. Iam para comer e curtir o ambiente. Eles se foram, de Hemingway  ficou a lembrança  numa placa, e a casa continua um dos pontos mais gostosos de Paris. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Cézanne, Rimbaud,  Hemingway,  Picasso, Fitzgerald,  Sartre e tantos outros que fizeram História de 1847 para cá não iam  a <em>La Closerie des Lilas </em> para ver gente famosa. Iam para comer e curtir o ambiente.</p>
<p>Eles se foram, de Hemingway  ficou a lembrança  numa placa, e a casa continua um dos pontos mais gostosos de Paris. No início, aquela esquina mágica, que assinala o fim do Boulevard de Montparnasse, era posto de troca de cavalos das carroças dos correios e prestigiado local de pic-nics. Antecedendo o ecumenismo das escolas da samba, suas festas botavam aristocratas, povão, senhoras desinibidas e artistas sem dinheiro para dançar no mesmo ritmo.</p>
<p>O nome foi inspirado pelo jardim de lilases que cercava a Closerie. Melhor seria dizer “as Closeries” porque elas são três, cada qual com sua proposta e sua fauna. O piano bar acolhe os descolados com um repertório que vai de Piaff a Jobim, com certa parcialidade a favor de Gershwin. Pit stop perfeito, após um dia de trabalho duro, de passeios sem pressa, de consumo encantado – ou de uma noite que você não quer que acabe. Nas mesas do terraço, nos sofás da sala interna e disputando espaço no balcão, você encontra um pouco de tudo: jovens executivos de todos os sexos acompanhando crises em seus i-pads, turistas de Kansa City esperançosos de virar personagens de Woody Allen, sobreviventes emocionais de um tempo que não viveram (há coisa de poucos meses, Betty La Blonde foi gloriosamente paquerada por um poeta de sobrecasaca e chapelão, fugido de um quadro de Toulouse-Lautrec).</p>
<p>A brasserie é até hoje o coração da casa. Enquanto fazia hora para a revolução, era ali que Lênin se despedia do que viria a proibir: pintura abstrata, literatura de heróis solitários, irreverência intelectual, recusa ao engajamento imposto. Dizem que também foi lá que Paul Eluard começou a rabiscar o mais eloqüente poema jamais escrito em louvor à liberdade. Olho em volta e fico imaginando que vizinhos de mesa serão amanhã verbetes de enciclopédia.</p>
<p>Alguns metros acima, um outro universo: o restaurante. O jornal sob o braço de quem sobe é quase sempre “Le Figaro” ou “The Economist”, dificilmente “Le Monde”, jamais “Le canard enchainé”. Definitivamente, não é a minha praia. A plutocracia tem poder e certas virtudes, mas não tem graça.</p>
<p>Como nem só de idéias a gente se alimenta, sobretudo em Paris, chega a hora de escolher os pratos. A dúvida é decidir o que mais se afina com nosso estado de espírito naquele dado momento, pois as opções são  muitas – e todas convidativas A nossa última incursão foi numa noite enluarada de outono e  escolhemos o que achamos combinar melhor com as circunstâncias.  Abrimos as atividades beliscando sem pressa a terrine de foie gras. Na seqüência, La Blonde decidiu-se pela leveza de um paillard de veau, o que inspirou brevíssima nostalgia do falecido Antonio’s, que servia o melhor fettucine com paillard  do Leblon, já não digo do Rio, pois havia quem preferisse a versão doNino’s. Já o da Closerie é à prova de controvérsias. Dessa vez, quem pediu haddock fui eu e fui recompensado com sutilezas de aroma e sabor que fariam o poderoso Thor fremir de inveja.  Carnes brancas de terra e mar eliminaram hesitações sobre o vinho. Um Chablis Laroche impôs-se sem alarde. Para retê-lo por mais tempo conosco, pulamos o capítulo da sobremesa. Depois que o sabor se evolou, somente café e licor. E que licor será mais coerente com a biografia da brasserie do que a poderosa variante verde do Chartreuse?</p>
<p>Como sempre, saímos com saudades antecipadas. Ao tomarmos o táxi na porta, o rádio tocava Mozart. O motorista, um togolês de cabelos brancos, que vivia em Paris desde o tempo que seu país era colônia francesa, perguntou-nos se a música incomodava. La Blonde respondeu que quem se incomoda com Mozart não merecia entrar no táxi dele. Daí por diante ele nos falou de sua paixão por música durante todo o trajeto. Quando nos despedimos na chegada ao hotel, começava o concerto para fagote de Vivaldi.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Oceano na Place de Ternes</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 00:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Evandro Barreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Até hoje, não conheci ninguém que tenha viajado a Paris para visitar principalmente a Place de Ternes. No entanto, a praça é um ponto estratégico para quem pretenda conhecer a cidade que existe além do óbvio. De um lado, a avenue de Ternes e o charme discreto da  burguesia, gente que vai à feira, mas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Até hoje, não conheci ninguém que tenha viajado a Paris para visitar principalmente a Place de Ternes. No entanto, a praça é um ponto estratégico para quem pretenda conhecer a cidade que existe além do óbvio. De um lado, a avenue de Ternes e o charme discreto da  burguesia, gente que vai à feira, mas leva seus cachorros adornados com bandanas coloridas. Na direção oposta, a rue du Faubourg Saint-Honoré e suas referências mundialmente conhecidas: as lojas de instrumentos musicais, a Salle Pleyel, o hotel Le Bristol, a Hermés. Depois que as portas do comércio se fecham, chegam os clientes da noite, não para comprar, mas para dormir, abrigados sob os portais do luxo. Emblematicamente, o Palácio do Governo dá as costas para o Faubourg. .</p>
<p style="text-align: justify;">Dobrando na avenue Hoche, chega-se a um dos endereços mais requintados e menos comentados do pedaço: a avenue Van-Dyck, que termina junto ao imponente portão do Parc Monceau. Obra-prima de paisagismo, o parque é rodeado por mansões da “belle époque” e povoado por legiões de adoradores do próprio corpo, que correm desabalados  pelas alamedas e ameaçam atropelar os velhinhos que cruzam seu caminho à procura do sol.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez você ache mais prudente sair da trajetória e retornar à Place de Ternes, mesmo porque depois da caminhada você deve estar com fome. Então você chega à brasserie “La Lorraine”, que abre às sete da manhã e só fecha de madrugada. Logo na entrada você depara com um grande aquário, onde o seu próximo almoço (ou jantar) nada alegremente, sem noção do que o aguarda. A casa é famosa pelos tesouros resgatados do Mediterrâneo,  do Báltico, do Atlântico Norte, quem sabe, até das águas arrepiantes do Ártico. Enquanto você espera prepararem sua mesa com uma flute de champagne nas mãos, feche os olhos e procure escutar o barulho das ondas.</p>
<p style="text-align: justify;">La Blonde e eu escolhemos o “La Lorraine” para jantar na primeira noite de reveillon que passamos juntos em Paris. Eu, hóspede contumaz dos hotéis da Rive Gauche, não conhecia o lugar, mas ela tinha belas lembranças de lá, inclusive de ceias de natal festejadas com os pais e irmãs na juventude. A escolha foi perfeita. Comemos e bebemos muito bem, em clima de festa civilizada e saímos a tempo de nos juntarmos à turba ululante na contagem regressiva em torno do Arco.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltamos lá outras vezes, inclusive com filha, genro e uma neta deslumbrada com a neve que caía lá fora. No retorno mais recente éramos só nós dois, numa noite de outono. Como sempre, o magnífico salão, recentemente restaurado, estava cheio de gente com fome de viver. Como sempre, o aquário exibia tentações e parecia esperar a vingança de Moby Dick. Mesmo com reserva feita de véspera, tivemos que aguardar alguns minutos no bar, mas doce é a espera quando você se entretém com uma taça borbulhante de Pommery Brut e o exame atento do menu.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim conduzidos à mesa, sentamos ao lado de um jovem casal sueco, com todo jeito de quem  já posou para folhetos sobre as atrações da Escandinávia. Diante de ambos, uma travessa de lagostins. La  Blonde e eu, em sincronia cúmplice, evocamos uma daquelas cenas de filme que jamais se apagam da memória. Burt Lancaster, já no fim do percurso como personagem e como ele próprio, preparando com elegância e precisão esse mesmo prato. Um patriarca em sua dignidade, fisicamente próximo, mas a anos-luz de distância existencial da grande família que espalhava irrelevâncias pela casa de praia.  O próprio Rochedo de Gibraltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem enfuna as velas com Pommery  não comete o sacrilégio de mudar no meio da travessia. Assim, a escolha dos sólidos submeteu-se ao comando do líquido. Começamos com ostras irrepreensíveis (praires, de fornecedor exclusivo) e, como contraponto ao champagne, pequenos goles de água Evian.</p>
<p style="text-align: justify;">Na seqüência, talvez em homenagem silenciosa aos nórdicos da mesa ao lado, La  Blonde comandou um haddock, de onde se desprendia uma fumaça perfumada que parecia encobrir barcos vikings se esgueirando entre geleiras. Eu me senti rudemente prosaico diante das ainda que perfeitas noisettes d’agneau,  meu primeiro experimento  em coisas da terra firme, depois de tantas incursões às profundezas de La Lorraine. Da próxima vez, juro que volto à sensação de caminhar sobre as águas. Sobremesas constituiriam um excesso. Café e licor encerraram a saga.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao frescor da noite, a banca ainda aberta do florista português convocava a uma parada obrigatória em meio ao silencio da Place de Ternes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.brasserielalorraine.com/" target="_blank"><span style="color: #0000ff;">www.brasserielalorraine.com</span></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
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