O lagarto e a lagosta
por Evandro Barreto
No sul, chamam de posta branca e eu achava que era peixe. De São Paulo para cima, vira lagarto e os sulistas acham que é o bicho. No Rio, há quem o chame de lagarto redondo, para distingui-lo do primo, o lagarto atravessado; mas não vamos perder tempo com questões de família. Em qualquer latitude, aquele cilindro imperfeito de carne bovina é uma obra aberta. Fácil de tratar e sem muito sabor intrínseco, convida à criatividade na escolha de temperos e recheios, no tempo e na técnica do cozimento, na forma de apresentação à mesa (ou na vitrine dos botecos). Na Inglaterra, deixaram a carne no fogo por menos tempo do que deviam, porque time is money, e chegaram a uma descoberta sensacional: o roast beef, que os ingleses sabem fazer como ninguém. Em outro reino unido, o de Brasil, Portugal e Algarve, o calor tropical recomendava prudente distância do fogão de lenha e a verificação do ponto se fazia a intervalos maiores, o que redundou na nossa carne assada, com seu glorioso molho “ferrugem”.
A esta altura, vocês devem estar se perguntando: onde é que entra a lagosta do título? Calma, que eu explico. Mergulhado num projeto profissional de desenvolvimento a longo prazo no Ceará, aluguei um flat em Fortaleza, não só pela incrível vista para o mar, mas também pelo bom restaurante instalado no prédio.Voltei a um regime alimentar de solteiro, já que La Blonde tinha seu próprio trabalho, a mais de 2 mil quilômetros, e não podia ficar comigo o tempo todo, embora baixasse no pedaço com agradável freqüência.
No princípio, foi a festa de Netuno: lagostas de todas as formas, camarões de todos os tamanhos, siris de todas as pinças, peixes de todos os nomes – de arabaiana a sirigado (este, acabei suspeitando que fosse badejo). Mas o tempo foi passando…e o tédio do paladar só não chegou logo porque eu fazia incursões de trabalho ao interior, onde o cardápio era outro. Mesmo assim, veio a noite do pesadelo. Fui dormir depois de um jantar mais farto e logo surgiram matilhas de lagostas passeando pelo meu peito, cáfilas de arraias saltando junto à cama, um insistente pitu beliscando o dedão do pé. Foi aí que dei um basta.
Nos dias que seguiram experimentei todos os italianos, franceses, árabes, chineses e as poucas churrascarias da cidade. Fiz até um trato com o garçom que me atendia no flat e incluí nas minhas alternativas a comida servida aos empregados. Aliás, o baião-de-dois feito pelo chef Zé Firmino para uso próprio era ótimo. Por certo período a questão parecia resolvida. Mas o organismo começou a dar sinais de protesto e as roupas foram ficando apertadas.
O que fazer? Carne assada , é lógico. É comida de casa de família, aceita acompanhantes inocentes, como batatas cozidas e arroz branco e, como queria Lavoisier, nos dias seguintes não se perde, se transforma. Num robusto sanduíche, ou em tostados croquetes; servida fria, em fatias bem finas, temperada com azeite de oliva, ervas e rodelas de cebola, pode juntar-se a aspargos e salada verde um almoço virtuoso. Voila! A necessidade é a mãe da invenção.
Havia um bom super-mercado na esquina e a cozinha do flat tinha panelas, louças e talheres suficientes. Mãos à obra, portanto. Foi então que me lembrei de um pequeno problema, Eu nunca tinha feito carne assada em toda a minha vida. A história poderia terminar por aí, triste e perplexa como um filme de Antonioni. Mas como prefiro De Sicca, confiei nos milagres do amor. No primeiro dia de chuva, e não há nada mais lúgubre do que um domingo chuvoso no litoral nordestino, reuni os ingredientes, sendo o mais vital de todos eles o telefone. Acordei Betty, la Blonde no Leblon, expliquei meu drama e levei uma bronca monumental. Carne assada de verdade tem que ser iniciada na véspera. Portanto, que eu vestisse o avental e começasse a preparar, sob orientação inquestionável dela, e passo-a-passo, o almoço – do dia seguinte.
Foi um longo domingo aquele, em que sobrevivi com uma omelete trazida pelo serviço de quarto . Ligo o telefone: “Recheia o lagarto”; ligações sucessivas: “ Salga o lagarto, “Sela o Lagarto”, “Prepara a vinha d’alhos e não esquece o alecrim”, “Deixa eu descansar e o lagarto também”. Muitas horas e etapas depois, quem foi descansar fui eu. Acho que dormi de avental. Na manhã seguinte, cancelei duas reuniões, para finalizar a empreitada. Consegui. Para meu orgulho e espanto, o assado ficou pronto, macio e saboroso! Foi a refeição mais deliciosa que eu já tinha preparado. E, com a participação da Embratel, uma das mais caras.
Daí por diante, e para todo o sempre, a iguaria tornou-se conhecida como “lagarto a Graham Bell”.
Comments
Dodô.
Os franceses desconhecem o lagarto e acho que o roast beef time is money não é feito com este bicho, pois meio cru ficaria duro.
De todas as maneiras, nunca consegui fazer paralelos entre os cortes das nossas carnes e estas daqui.
A receita Graham Bell La Blonde é uma das minhas lembranças de domingo em família. No dia seguinte virava, por milagre, um vitello(sic)tonnato.
Dodo, dei muita risada! O lagarto, como disse Lina, tambem foi para mim um classico mineiro do domingo (recheado com ervas; com cenoura – pobrezinho do lagarto -; cebola, alho, alecrim….) em familia. Fatiado bem fino; com um molhinho de tomate, azeite e azeitonas (verdes e pretas). Isso para que nao reclamassemos que estava “seco”. O seu, a la Graham Bell, deve ter ficado otimo. Mande a receita….(hoje almoçamos no Le Bernardin – ainda estou flutuando ao sabor do perfeito “escolar”…humm). Abracos.
Dodô,
Imaginei a cena toda. La Blonde, furiosa, com razão, dando as ordens.
E, você, rapaz obediente, obedecendo.
Terminou num lindo Lagarto Graham Bell La Blonde, by Dodô.
Você já reparou que todas as receitas nos dão ordens? Separe, reduza, aguarde….enfim, ao ler uma receita sinto-me como se estivesse totalmente desamparada diante da Madre Superiorora….lá no colégio da remota infância.
Taí, deve ser por isso que não sei cozinhar. O que é lamentável….mas a culpa é das receitas, que lembram…
Uma receita por telefone, e tendo como Madre Superiora, a insuperável La Blonde, executada por você, só pode ter resultado no melhor lagarto do mundo.
Não tenho dúvidas.
Muitos abraços,
MARIA LINA,
Ainda bem que você trouxe a solução para meu branco de memória.
Ao escrever, passei horas tentando me lembrar do nome oficial do prato preparado com carne assada fria! Vitello tonatto!
Valeu!
EYMARD,
Nada como uma viagem repleta de achados.
Aguardamos detalhes do almoço flutuante…
abs,
Dodô
EPA!
Quem é o meu homônimo, ou melhor, homônima, que assinou “Dodô” e mandou muitos abraços???
Juro que eu me amo, mas ainda não comecei a escrever para mim mesmo.
Tenho certeza de qure estamos todos curiosos sobre a identidade da xará.
Enquanto o mistério não se esclarece, muitos abraços de volta.
Dodô, o daqui.
Acho que tem alguém querendo ser tão querido quanto vc, Dodô !!!
Impossível meu caro rapaz !
Dodô , le vrai, eu tenho um causo engraçado sobre cortes de carne.
Recém casada, sem manjar lhufas de cozinha, mas com uma saudade retada do assado de mainha, munida de um dicionário, encontrei a tradução na lingua de Goete : Eidechsen .
Fui ao meu açougueiro e tasquei:
- 2 kgs de eidechsen ( lagarto no dicionário). O alemão me olhou com os olhos esbugalhados e disse:
- Frau Bäuerlein, sinto muito mas dessa vez não posso atendê-la. Não comemos lagartos na Alemanha.
O coitado que já ficava vexado quando eu chegava com a lista de carnes para a feijoada, dessa vez ficou devendo… .
Helena
Essas brasileiras soltas na Alemanha já devem ter levado muito açogueiro à loucura!
Acho que eu fiz pior que vc por lá…
Mandada por minha mãe, fui no açougue do bairro e pedi “Drei Pfund Hund Fleisch” ao invés de 1Kilo e meio de frango, risos. O açougueiro me olhou totalmente chocado e garantiu que NÂO vendia essas coisas. No dia seguinte ele disse para o meu pai que os brasileiros comiam carnes muito esquisitas…
Com a minha pronúncia, confundir hühn (frango) com hund (cachorro) foi fácil, risos.
Quanto ao meu Dodô. ele é único e intransferível!
Beijos
Beth
Dodô,
quem vem para o nordeste sempre é acometido por essa overdose de peixes e frutos do mar, rrss. Essa sua estória me lembrou quando eu recém-casada hospedei um casal mineiro amigo do meu marido.
Pensando em agradá-los montei o cardápio à base de lagostas, camarão, peixes e afins. Só no terceiro dia, percebi que eles não estavam assim tão empolgados e resolvi perguntar se eles apreciavam os frutos do mar. Muito educadamente, disseram que não,rrrs.
A partir daí, nem peixe apareceu mais e notei eles bem mais felizes.
Bem, antes tivesse recorrido ao bom e velho lagarto que não teria erro.
Eu, pelo contrário, adoro tudo do mar.O sirigado, então, é o meu peixe preferido dessa região e o pitu (de rio), para mim é imbatível, só que hoje em dia não se encontra mais tão facilmente.
Beth e Helena,
acho ótima essa estórias. Meu marido, que não fala inglês, já passou por muitas. Uma vez, nos EUA, queria uma coca cola numa lanchonete e ao invés de coke, disse:
“cook, please”. A atendente começou a disparar que naquele momento era impossível falar com o cozinheiro, que ele estava ocupado, que ele largava tal hora, etc, etc. Meu marido indignado por que a coca não chegava e quanto mais ele repetia, mais ela falava. Bem, a coca só chegou quando ele foi socorrido, rrss.
corrigindo…. ótimas essas estórias.
Eymard, eu aqui falando de coca e você aí no bem bom do Le Bernardin, rrss.
HELENA E BETH,
“Os prazeres da carne compensam generosamente as provações”.
(Goethe)
… e se Goethe não disse, digo eu.
DODÔ
CLÁUDIA,
Fui testemunha ocular e auditiva de uma espécie de avesso da história do seu marido tentando descolar uma “coke”.
Num quiosque da praia do leblon, um gringo pediu ao nativo: “Two cokes”.
Recebeu dois cocos.
E da próxima vez que você for receber mineiros em casa, consulte antes os especialistas em
assuntos das Geraes: Lina e Eymard.
Eles ajudarão a decidir entre casquinha de siri e casquinha de leitão.
Abs,
DODÔ
HELENA,
Dividi minha resposta a você em dois tempos para não misturar peripécias zooidiomáticas com esse mistério da literatura fantástica que é o doppelgänger.
A sua interpretação do “Dodô virtual” é, a um só tempo, lisongeira e frediana. Em matéria de sósia que está sempre um passo à nossa frente, mas nunca conseguimos encontrar, recomendo a leitura de “William Wilson”, de Edgar A. Poe.
Beijos góticos.
Dodeaux, le vrai.
Dodô:
Eu e a Millie demos muitas risadas com o seu artigo. Fantástico.
Nos temos um aventura não com um lagarto mas com um perú. No nosso primeiro Thanksgiving Dinner por aqui, a Millie resolveu fazer um peru como de praxe com todos os trimmings…gravy, stuffing, corn etc.
Perguntou à uma amiga o meio mais pratico de assar a ave. A sugestão foi: Passe manteiga no peru e coloque-o dentro de um saco de papel feito especialmente para isto. Depois das horas estipuladas o mesmo foi à mesa…estava uma porcaria como um cozido dentro do microwave.O que sobrou do “dinner” foi consumido com a lembrança dos nativos e Pilgrims.
Por alguns anos na Louisiana, o peru é frito por inteiro num “deep fryer” onde 3,5 -5 galões de óleo é usado mas tem que ser de amendoim ou canola. Fica muito bom onde a gordura “peruana” é eliminada durante a fritura.
Trivia: Como o peru era (é) selvagem e em abundância, o Benjamin Franklin teve a ideia de colocar o peru como o símbolo dos EU mas, foi convencido a favor do Bald Eagle.
Abraços,
Carlos M.
.
Dodô, embora sabendo que é impossível ser tão querida quanto você, fiz, de você meu alter ego.
Deve ser porque não sei cozinhar….
Não, não, não: desatenta, mesmo. Um anta. Desculpe-me.
De novo, muitos abraços,
Sonia S
CARLOS MARIA,
A única vez que eu resolvi participar do preparo de um peru brasileiro, que não sabe o que é Thanksgiving Day porque morre mesmo é no natal, também foi um desastre. Eu e um primo, com aquela auto-suficiência de quem tem 18 anos, assumimos a missão de embrigar a vítima, antes do sacrifício. Um gole de cachaça para o bicho, outro pra mim, outro pro primo – e assim sucessivamente, até acabar a garrafa. Resultado; o primo e eu amarramos um porre e o peru morreu de overdose, feliz da vida.
Já com respeito ao Benjamin Franklin, ele teve idéias bem melhores do que escolher o peru como símbolo da pátria. Deveria ter se contentado com o para-raios, os óculos meia-taça e a democracia.
Abraços para o casal.
DODÔ
SONIA S,
Você acaba de tornar o fim do mistério tão divertido quanto o mistério em si mesmo!
Mas faço questão de declarar publicamente que fiquei muito feliz ao saber quem foi o meu alter ego cibenético – se a escolha tivesse sido minha, não seria melhor.
Abraços multiplicados.
DODÔ
Delicias, Dodô!
Tanto o texto quanto a receita de carne assada estrelada de Blondie.
Comecei a aprender sobre os mistérios do prato na fazenda de um Tio, em Carangola nas Gerais. Aquela indecência de fartura de mesa de minha Tia sempre “posta”. Travessas e travessas.
Mal acaba o café, entra o almoço ao qual se segue o lanche que persiste até a hora do jantar. Não dá para ir dormir sem a ceia…
O day after dos assados era sempre uma gostosíssima “roupa velha”. Carne desfiada, muita cebola cortada em fios, tomates e pimentões amarelos em quadrados. Azeitonas salpicadas depois do belo refogado.
Continuei minha lição sobre carnes com os sunday roasts feitos com rump steak . Para sucesso garantido, com sirloin mesmo.
Não existem o “largato” redondo nem o atravessado para os lados europeus, na ilha então nem pensar! Nda parecido.
Com a pesquisa aprendi que nos arredores de Smithfieds os pubs servem o full english breakfasts acompanhado por drinks ou pints em horas que são censuradas pelo sino.
Continuando a formação e para não fazer feio com as visitas, quis saber mais e ouvi também lectures do açougueiro do Harrods.
Inglês adora ensinar pois assim fica comprovada a sua superioridade, you know…em tudo! Eu, sempre agradeço a quem tem paciência para ensinar, por isso bato continência: Yes sir!
Tudo isto para ter a certeza de que o mais gosto de um assado são as batatas coradas ou o yorkshire pudding com o gravy.
XXX
PS. estou também doida para saber se Lourdes e Eymard embarcaram no Surf and Turf e se gostaram do “O Ôvo ” do Le Bernardin.
LUCIA,
Na minha infância, passava parte das férias de verão em fazendas de parentes, no interior do Estado do Rio. E a “dieta” era bem parecida com a que de Carangola. Aliás, certos pratos só encontrei ao longo da velha linha auxiliar da Estrada de Ferro Central do Brasil, que cortava as terras da parentada, no eixo Governador Portela – Paraíba do Sul, e entrava no território mineiro em Porto Novo do Cunha. Taioba rasgada com torresmos e galinha caipira ensopada com guando são bons exemplos.
Também ali a “roupa velha” era uma instituição venerada, feita com o lagarto da véspera ou com o músculo usado para produzir “bouilon”, processo que demandava horas a fio no fogão de lenha. A carne ficava se desfiando quase que sozinha e parte do caldo era misturado com farinha de mandioca, resultando num pirão cinco estrelas.
A Beth nunca havia provado quando pequena, mas adorou quando a convenci a orientar nossa empregada urbana para executar a receita a partir das minhas lembranças. Até hoje, quando fazemos “bouilon” em casa, no dia seguinte o almoço é “roupa velha”.
Só que La Blonde, e o dr. Sigmund deve ter uma explicação para isso, insiste em chamar a iguaria de “roupa suja”…
bjs,
DODÔ
Lucia
Muitos risos!
Dodô tinha que contar do apelido que eu coloquei na “roupa velha” dele… A estória é a seguinte: ele faz o tal do aproveitamento da carne como ninguém! O único problema é o estado que a cozinha e ELE ficam depois da façanha, risos. Daí eu mudar o nome…
Beijos
Beth
Dodô,
estou adorando esse seu retorno triunfal, com textos frequentes e deliciosos. Espero que dure bastante. beijos
MARI,
Obrigadíssimo pelo incentivo! Também você, com seus ecos de Belzonte, deu uma grande animada na turma,com ênfase no fã-clube dos bem-casados – e dos bem-escritos. Queremos mais!
Bjs,
DODÔ
Lucia, Dodo, Beth
sabia que havia mais alguma coisa em comum: as minas gerais! Carangola? Sempre me lembra o filme Central do Brasil. Fernanda Montenegro escrevendo cartas e uma delas segue para “carangola, Minas Gerais”….
Minha formaçao afetivo/gastronomica é das minas gerais. Das fazendas das tias; das tardes de pamonha; das tardes de jabuticaba; do periodo de colheita do café……
mesa sempre posta…e as compotas? De todos os tipos e nas maravilhosas compoteiras! Sempre em cima da mesa ou das comodas…..
Lucia: lembramos muito, muito de voce por la. No trader Joe’s; no Oak Room….agora, quanto ao ovo, vi, mas nao comi!!! Depois conto tudo sobre o Bernardin!!!!
Dodô,
Sua história é exemplar, e demonstra o que a saudade de um prato pode nos levar a fazer.
Concordo com a Beth que carne assada no outro dia oferece variações deliciosas, que valem a pena mesmo com todas as lambanças.
Minha favorita é picar a carne, esquentar rapidamente na frigideira com azeite e misturar ao talharim quente saído da panela.
Forte abraço,
Cesar
EYMARD,
É por essas e outras que recomendei à Cláudia consultar sempre você e Lina, que são das Geraes,
sobre mineiridades gastronômicas e correlatas.
Abs,
DODÔ
CESAR,
Você, que é nosso correspondente-gourmet em Miami, traz uma nova e gostosa alternativa. Vou usar a receita e, atendendo a um gosto estritamente pessoal, acrescentarei à carne e ao azeite algumas lascas de pimentão vermelho.
Abs,
DODÔ
Amigos
Essa mania do Dodô de colocar pimentão vermelho mais aditivos extras nos seus “virados”, sei não…
Não tem nada a ver com Minas nem com fazenda, isso é conversa nova, influência de programa de TV!
Risos e abs.
Dodô,
Agradeço o título, que usarei com parcimônia.
Pimentão vermelho é uma grande contratação, e prometo que o usarei da próxima vez, embora eu tenha predileção pelo sabor do amarelo e do alaranjado.
Melhor, farei experiência com os três e avisarei o resultado.
E quanto à Beth, pare de implicar com a universalidade do Dodô ;o))
Abraço
VALEU, CÉSAR!
Marchemos unidos pelos pimentões de todas as cores e contra o patrulhamento ao pé do fogo.
Abs,
DODÕ